sexta-feira, 5 de julho de 2013

Revolver Magazine 'Mayhem 2013' special cover


Revolver Magazine did a special edition with all headliner of Rockstar Energy Drink Mayhem Festival 2013 to celebrate the festival.
The cover painted by Ed Repka, this 'Rockin' Dead is features Rob Zombie, Five Finger Death Punch, Mastodon, Amon Amarth, Machine Head, and Children of Bodom. This edition is only available for purchase at Revolver Magazine store and at Revolver's tent at Mayhem Fest.

A Revolver Magazine fez uma edição especial com todos os headliner do Rockstar Energy Drink Mayhem Festival 2013 para comemorar o evento. 
A capa feita por Ed Repka, essa 'Rockin' Dead tem as características de Rob Zombie, Five Finger Death Punch, Mastodon, Amon Amarth, Machine Head, and Children of Bodom. Essa edição está apenas disponível para venda na loja da Revolver Magazine ou nas tenda da Revolver no Mayhem Fest.

Fonte: robzombie.com

Rob Zombie and John 5 to appear at The Metal Show.


Tomorrow ( Saturday night at 10/11C , July 6th 2013) Rob Zombie, John 5, and Tom Keifer will appear at VH1 Classics 'That Metal Show' (available to USA only). 

Amanhã ( sábado, 6 de julho) ,disponível apenas no EUA por enquanto, Rob Zombie, John 5 e Tom Keifer irão aparecer no programa da VH1 Classic americana, 'That Metal Show'. Para nós do Brasil, bom teremos que esperar a estréia da nova temporada para assistir ou tentar achar no youtube depois. Bom, eu achando o episódio na rede disponibilizo aqui para vocês. 

Fonte: robzombie.com

Rob Zombie's Great American Nightmare


Rob Zombie wants inviting you to be part of the 'Rob Zombie's Great American Nightmare', an event that will gather music festival with different genres (hard rock/metal, rock alternative, EDM, and latin), three haunted houses (all houses based on Zombie's films, these being The Lords Of Salem in Total Black Out, The Haunted World of El Superbeasto 3D and House of 1.000 Corpses),much blood and scares!
Will be 15 nights of music, every Thursday, Friday, Saturday and Sunday from October 10-November 2 at the FEARPlex (Fairplex),Pomona, CA.
Each Thursday night will feature rock alternative music, Fridays EDM, Saturdays hard rock/metal and most Sundays will be Latin-focused.
The line up include: 3OH!3,45 Grave, Beware Of Darkness, Blaze Ya Dead Homie, Butcher Babies, Duane Peters, Eagles Of Death Metal, Ghost Town, Mod Sun, Motionless In White, Powerman 5000, TSOL, The Dickies, The Vandals, Wallpaper, and more.
The Great American Nightmare’s Bloody Boulevard will offer outdoor screenings of classic horror films, a DJ, food vendors, beer, wine and spirits, and much more, with freak show characters roaming throughout the grounds each night.
Each ticket includes access to all haunted house attractions, concerts and Bloody Boulevard activities. Tickets will also be available for purchase onsite during the Los Angeles County Fair at Pomona Fairplex (August 30-September 29). VIP packages will be available for purchase at www.GreatAmericanNightmare.com .
Hours for Rob Zombie’s Great American Nightmare will be 6:30 PM until 11:00 PM on Thursdays and Sundays, 6:30 PM until 1:00 AM on Fridays and Saturdays.
Rob Zombie will HEADLINE the closing night of music performances (November 2).
The haunted house have the creative collaboration of producer Steve Kopelman and of sponsors including Monster Energy Drink and Ernie Ball.

PS: The FEARPlex (Fairplex) is located at 1101 W. McKinley Avenue in Pomona, CA, centrally located in Southern California. 

To more informations, full line up and buy tickets go to : www.GreatAmericanNightmare.com

Rob Zombie quer convidá-lo para fazer parte do 'Rob Zombie's Great American Nightmare', um evento que vai reunir um festival de música com diferentes gêneros (hard rock / metal, rock alternativo, EDM, e latim), três casas assombradas (todas as casas baseadas nos filmes de Zombie, sendo estas The Lords Of Salem in Black Out total, The Haunted World of El Superbeasto 3D e House of 1.000 Corpses), muito sangue e sustos!
Serão 15 noites de música, toda quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo de 10 outubro a 2 novembro no FEARPlex (Fairplex), Pomona, CA.
Cada noite de quinta contará com música do gênero rock alternativo, EDM sextas-feiras, sábados hard rock / metal e a maioria dos domingos será focada na latina.
O line up inclui: 3OH!3,45 Grave, Beware Of Darkness, Blaze Ya Homie Morto, Butcher Babies, Duane Peters, Eagles Of Death Metal, Ghost Town, Mod Sun, imóvel Em Branco, Powerman 5000, TSOL, The Dickies, Os vândalos, papel de parede e muito mais.
The Great American Nightmare’s Bloody Boulevard vai oferecer sessões ao ar livre de filmes clássicos de terror, um DJ, vendedores de comida, cerveja, vinho e bebidas espirituosas, e muito mais, com show de horror de personagens em toda propriedade a cada noite.
Cada ingresso inclui o acesso a todas as atrações das casas mal-assombradas, shows e atividades na Bloody Boulevard. Os ingressos também estarão disponíveis para compra no local durante o Los Angeles County Fair em Pomona Fairplex (30 de agosto - 29 de setembro). Pacotes VIP estarão disponíveis para compra no www.GreatAmericanNightmare.com.
Os horários de funcionamento da The Great American Nightmare serão de 6:30 PM até 11:00 PM (PDT)  nas quintas-feiras e domingos, 6:30 PM até 01:00 AM (PDT) às sextas-feiras e sábados.
Rob Zombie será a ATRAÇÃO PRINCIPAL da noite de encerramento das apresentações de músicas (2 de novembro).
A casa mal-assombrada com a colaboração criativa do produtor Steve Kopelman e de patrocinadores, incluindo Monstro Energy Drink e Ernie Ball.

PS: O FEARPlex (Fairplex) está localizado na 1101 W. McKinley Avenue, em Pomona, CA, centralmente localizada no sul da Califórnia.

Para mais informações, line up completa e compra de ingressos, acesse: www.GreatAmericanNightmare.com

Fonte: robzombie.com

'American Band' - Join the special fan version that will be created by Rob Zombie


Rob Zombie is calling all Zombie Heads across the world to be part of 'American Band' special video fan that to be created by him. ISN'T a contest or something like that, the thing that can happen is your video be chosen randomly. To take part, post your video to Youtube with the title “ROB ZOMBIE AMERICAN BAND FAN VIDEO”, then go to sharethevenom.com and submit your entry using the form at the site.

Please note: racy videos can be blocked on Youtube so they can be uploaded at the sharethevenom.com directly. There is no direct closing date though please understand the method for submissions can be closed arbitrarily.
Go Zombie Heads and share your 'American Band' party with Rob Zombie, maybe you can be chosen. 

Rob Zombie está chamando todos os Zombie Heads de todas as mundo para fazer parte do vídeo fã especial de 'American Band', que deve ser criado por ele. NÃO é um concurso ou algo parecido, a única coisa que pode acontecer é o seu vídeo ser escolhido de forma aleatória. Para participar, envie seu vídeo para o YouTube com o título "ROB ZOMBIE AMERICAN BAND FAN VIDEO", então vá para sharethevenom.com e envie a sua inscrição através do formulário no site.

Atenção: vídeos picantes podem ser bloqueados no Youtube, sendo assim o carregue diretamente no site do  sharethevenom.com . Não há data de encerramento direto embora por favor, entenda o método para as  inscrições podem ser fechadas de forma arbitrária.
Vamos Zombie Heads compartilhar nossa festa 'American Band' com Rob Zombie e quem sabe você não pode ser escolhido.

Fonte: robzombie.com

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Piggy D. and Ginger Fish interviewed backstage at Mayhem by Revolver Underground


Piggy D. and Ginger Fish have told to the Revolver Underground how they prepare for touring, the new album Venomous Rat Regeneration Vendor, what advise they would give to up and coming artists and their views on how the music industry has changed.

Listen HERE.

Piggy D. e Ginger Fish contaram a Revolver Underground como eles se prepararam para turnê, sobre o novo álbum Venomous Rat Regeneration Vendor, Que conselho eles dariam para insentivar um artista ou para um novo e suas visões em como a indústria da música mudou.

Escute AQUI.

Fonte: piggy-d.com

Piggy D. interviewed by The Cleveland Sound



Translated to portuguese. 

Ele é o mestre de cerimônias reinante do shock-and-roll, um ex-estudante de arte que se tornou um metal head e diretor de filmes, que presta atenção no que está acontecendo e no que é popular no horror celuloide.
Como vocalista da banda de Nova York White Zombie, Rob “Zombie” Cummings fundiu a teatralidade do estranho Alice Cooper e as habilidades de entretenimento de um filme B com os esmagadores riffs de guitarra de Al Jourgensen (Ministry) e a batida de clássicos lançamentos do anos 90 como La Sexocisto: Devil Music Volume One e Astro-Creep 2000. Os hits “Thunder Kiss ‘65” e “More Human Than Human” rapidamente tornaram-se a parte mais importante na rádio alternativa e permanecem nas seleções de músicas pré-show.
Os anos 2000 viram Zombie gravar vários álbuns solo bem recebidos – incluindo Hellbilly Deluxe e Educated Horses – entre filmes sangrentos como House of 1000 Corpses, Halloween e o novo Lords of Salem.
Rob e seus guitarristas grotescos são atrações principais no Rockstar Mayhem Tour deste ano, em apoio ao seu novo álbum, Venomous Rat Regenaration Vendor. O pacote turístico – em seu sexto ano agora – não vai parar no Blossom Music Center neste verão, mas o The Cleveland Sound irá mandar embaixadores para um dos shows na Pensilvânia (seja o do dia 12/07 em Burgettstown ou o do dia 13/07 em Scranton).
A banda de Rob inclui o guitarrista John 5 (ex-Marilyn Manson, David Lee Roth), o baterista Ginger Fish (Marilyn Manson) e o baixista Piggy D (Amen, Alice Cooper) – o qual telefonou para Pete Roche, do The Cleveland Show,  para conversar sobre o novo disco e a próxima viagem.

The Cleveland Show:  Hey, Piggy! De onde você está ligando? Los Angeles? Eu soube que vocês têm ensaios acontecendo.
Piggy D: Sim, todo dia. Nos já estamos há um mês ensaiando as músicas. Nós temos uma semana e meia, então são ensaios de produção durante uma semana.

TCS: A Rockstar Mayhem Tour começa em dez dias. Alguma banda na seleção deste ano com a qual você está ansioso para sair em turnê?
Piggy: Sabe, é engraçado. Na última Mayhem Tour eu estava um pouquinho mais familiarizado com algumas das bandas, e desta vez – pra ser sincero com você – eu não sou muito familiarizado com ninguém do lineup. Então é meio novo pra mim. Eu estou ansioso pra ver – espera, eu acho que Five Finger Death Punch estava no outro ano que a gente estava. Em 2010. Então eu já os vi antes. Mas eu não vi ninguém mais. Então eu estou animado pra ver o que todo mundo vai fazer.

TCS: Esse tipo de pacote turístico não é algo novo pro Rob ou pra você, mas você tem alguma preferência sobre tocar em grandes festivais ou em lugares menores? A dinâmica muda pra você?

Piggy: Isso realmente faz a diferença. Eu, pessoalmente, amo os pequenos shows punk. Nós os fizemos no passado, onde tocamos em clubes com capacidade pra 800 pessoas. Eu lembro que tocamos no 9:30 Club em D.C., muitos anos atrás, e é simplesmente lotado. Você não consegue se mover lá, e o teto é misturado com suor. Eu adoro esses shows. Mas eu também adoro os festivais, porque nós tocamos para pessoas que, necessariamente, não estão lá para nos ver. Talvez eles sejam fãs de uma banda do palco secundário, ou eles são fãs da banda de abertura do palco principal, não importa. Então nós temos uma oportunidade de pregar para aqueles que não foram convertidos, sabe? Quando você é a atração principal, num show numa arena, a maioria do pessoal conhece as músicas e eles antecipam momentos no show que podem acontecer. Mas shows em festival são outra coisa, porque eles podem não estar familiarizados com você e ter caras novas. Especialmente num show deste tamanho, onde a gente tem uma enorme produção, nós sentimos que devemos mostrar pra todo mundo a melhor face possível da banda, o melhor show possível que eles podem ter naquele dia. E não é desmerecimento nenhum do resto do pessoal que toca lá, mas é que nós gostamos de fazer as coisas maiores! Então, é uma grande oportunidade para essas pessoas verem o show e nos verem dar o nosso melhor.

TCS: Você teve uma participação no processo de escrita do novo álbum, Venomous Rat Regeneration Vendor.

Piggy: Sim, eu contribuí com uma canção chamada “Lucifer Rising”, que na verdade foi gravada para o último álbum de estúdio, mas por algum motivo – eu acho que Rob não conseguiu descobrir sobre o que ele queria cantar, ou sobre o que a canção era. Então nós a regravamos para o relançamento do último álbum, e foi meio que a mesma coisa. Então três bateristas diferentes tocaram nessa música! Por alguma razão ela nunca ficou bem com outras melodias, e teve uma diferente... Eu acho que ela meio que tem uma vibe old-school. E talvez apenas não fosse a hora certa.

TCS: E agora finalmente encontrou um lar...

Piggy: Sim! Ela se encaixou bem neste álbum e se tornou um das canções otimistas do álbum, e eu acho que ela meio que tem uma antiga vibe White Zombie. De certa forma, é quase um pouco mais punk. Tem atitude. Eu estava ansioso para finalmente vê-la tendo a oportunidade de ser ouvida.

TCS: Com outro álbum do Zombie na manga, vocês têm muito material de onde escolher. Vocês misturarão as novas músicas com muitos clássicos?

Piggy: São setenta minutos cheio de ação. É engraçado, porque você vai a um monte de shows desses e as pessoas pensam “Cara, eu espero que eles toquem por umas duas horas!”. Mas não podemos. Não podemos porque há toques de recolher e caras no convés carregando os caminhões. Nós temos setenta minutos, e é isso. Então nós temos que detonar nesses setenta minutos, o máximo que pudermos. Dito isso, você tem algumas liberdades com o setlist. Esse é provavelmente o setlist mais amplo que já tivemos. Porque nós temos que... nós queremos tocar as músicas do novo álbum. E, se coubesse a nós, tocaríamos o novo álbum completo. Nós aprendemos o álbum agora, então poderíamos fazer isso. O que nunca aconteceu antes. Mas é algo delicado, porque há algumas pessoas lá que só conhecem “Dragula” e “Living Dead Girl”, e há pessoas que podem não ter o novo álbum ainda. Então você tem que satisfazer o pessoal dos velhos tempos e tocar coisas para o pessoal novo, e cobrir todas as bases. Num modo de dizer.

TCS: Rob é tão ligado à produção de palco quanto ele é à música. Como é trabalhar com ele, em relação a trabalhar com Alice Cooper – outro artista visual com o qual você tocou?

Piggy: Rob não gosta da resposta “Não”. Então, se algo não passa pela porta, nós encontramos outra porta [risos]. E eu faço uma aposta e digo que nunca tocarei com alguém que tem brinquedos maiores do que ele tem! E eles são maiores e mais ridículos do que eram antes [risos]. Nós teremos que trazer mais alguns caminhões nessa turnê.

TCS: No passado, vocês tiveram robôs animados eletronicamente...

Piggy: Nós temos coisas que fazem os robôs parecerem nada.

TCS: Então essa turnê é a versão “Círculo de Fogo” de um show do Rob Zombie. É gigante.
Piggy: Basicamente, sim – é uma boa forma de colocar isso. É exatamente o que isso é. São apenas coisas para engrandecer as músicas. Cada música se tornou seu momento especial no show, onde tipo, Deus o livre se você teve que sair cedo e viu somente cinco músicas, você verá cinco músicas que têm suas diferentes identidades e se saem umas contra as outras de maneiras diferentes. Cada uma é o seu momento especial. E tudo isso é planejado; são coisas que nós pensamos durante meses de antemão.

TCS: Eu sei que você se formou em Inglês na faculdade e se especializou em literatura, mas você é muito criativo em outras áreas também. Você dirigiu curtas metragem, ilustrou capas de álbum... Como você se tornou tão astuto?

Piggy: Eu fui muito abençoado quando era criança porque meus pais eram – meus pais e irmão eram – músicos. Eu cresci com bateria e baixos em casa, então isso estava lá. Mas eu também... o primeiro filme que eu vi no cinema foi Star Wars e eu posso muito bem pôr a culpa de tudo nisso! Porque quando você tem dois anos e você assiste ao filme – e eu realmente me lembro de assisti-lo, o que é estranho – é algo que apenas abre a sua mente. E eu vi outras coisas que crianças de dois anos provavelmente não deveriam ver [risos]! E eu cresci com uma tonelada de suprimento artístico. Minha mãe era pintora e eu cresci cortando cartolina e fazendo... eu era obcecado por monstros quando eu era criança. Eu fazia dúzias de monstros de cartolina e colava pela casa toda, e isso deixava minha mãe louca. Ainda hoje tem fita adesiva nas paredes que não vai sair. Eu tinha cola e marcadores. Tudo que eu precisava, lá no meu quarto. E eu apenas sentava e fazia coisas e assistia filmes. Eu era um viciado em TV e filmes. Eu ainda sou. Eu não tive a chance de conquistar algo. Eu tinha tudo acontecendo ao mesmo tempo.

TCS: Soa como o que muitas crianças fazem – apenas mais exponencialmente, e isso permaneceu com você.

Piggy: Sim! Eu gosto de fazer coisas ridículas e me divertir. Isso é apenas entretenimento pra mim, entreter a mim mesmo com tudo o que eu faço.

TCS: Eu entendo que você aprecia todos os tipos de música e foi criado numa família bastante musical. Como isso veio a dar suporte na sua carreira musical?

Piggy: Bem, isso foi a outra coisa engraçada. Todo mundo na casa ouvia diferentes coisas. Meu irmão ouvia KISS e Van Halen no quarto ao lado. Minha mãe adorava show tunes. Então eu tinha “My Fair Lady”, “Oklahoma” e “Fiddler on the Roof”. Eu tinha essas gravações – e eu sei cada palavra! Meu pai amava música country e gospel, então eu tinha Johnny Cash e Loretta Lynn, e eu assistia “Hee-Haw” quando eu era criança. Então eu cresci assistindo Roy Clark e Buck Owens. Então eu tinha essas coisas, e quando eu descobri os Ramones, bem então eu soube como segurar as guitarras dos meus pais. Eu ficava tipo “Oh! É isso que você deve fazer com essa coisa! Você não usa isso como uma gravata, você deve usar lá em baixo, abaixo do seu pênis, e detonar isso!”. É como isso aconteceu. Eu ficava tipo “Isso é fácil! Eu posso fazer isso!”. E então eu vi Alice Cooper no palco, e era daquele jeito que musicais e rock and roll e filmes e Broadway se juntam em um. Era tudo com o qual eu cresci. Monstros, tudo, apenas se amontoavam durante uma hora e meia. E eu pensei “Alguém entende isso!”. E o nome dela [risos] é Alice. E daquele dia em diante aquilo era tudo pra mim. Eu sabia o que eu queria fazer.

TCS: Você tem algum baixo favorito, ou você está julgando instrumentos nesta turnê?

Piggy: Eu continuo tentando diferentes coisas. Eu me senti confortável tocando baixos Fender “P” nos últimos anos, desde que eu estou na banda. Eu estou usando um baixo Hartke agora e um amplificador Kilo – o qual é um amplificador monstro. Eu tenho quatro desses, então é bem barulhento. Mas eu arriscarei com alguns baixos nessa turnê. Eu tenho alguns diferentes corpos e braços (de baixos). Um dos meus novos baixos é uma cruz gigante de cabeça pra baixo.

TCS: Uma pequena diversão em família!

Piggy: [Risos] Sim, você sabe, pelas crianças! Eu gosto de ser astuto artisticamente quando eu posso.

TCS: Vocês fazem a sua própria maquiagem ou – dada a complexidade das próteses facias e das fantasias – vocês têm ajuda de assistentes pra preparem vocês pro show?

Piggy: Nós lidamos com tudo isso sozinhos. Mas temos alguma ajuda com as fantasias nessa turnê. Porque com algumas delas nós realmente estamos ultrapassando os limites, e com o tempo de ensaio passando rápido como está, nós não podemos sentar lá cortando e colando o dia todo. Então nós tivemos que trazer alguma ajuda de fora. As fantasias são apenas outro aspecto do show que estão mais ridículas do que nunca. E – eu não sei como ele faz isso – John 5 parece ficar pronto em cinco minutos. Eu demoro uma hora e meia. É um processo. Eu estou pintando, esculpindo e colando merdas na minha cara. É uma bagunça. E tudo despenca em tipo dez minutos, de qualquer forma.

TCS: Todo o suor e você se mexendo.

Piggy: Sim.

TCS: Eu sei que o KISS costumava fazer a própria maquiagem. Eles se trancavam numa sala duas horas antes do show e usavam isso como um ritual de momento de criar vínculo enquanto se transformavam num personagem.

Piggy: Normalmente antes do tempo de duas horas nós estamos trancados numa sala, escutando Rod Stewart e Misfits.

TCS: Uma pequena “Infatuation” com a sua “Attitude” e “We Are 138”.
Piggy: [risos] Yeah!

TCS: Antes de se despedir, eu queria perguntar sobre seu disco de compilação “Repeat Offender”. Nos último anos, você tem lançado músicas sozinhas, as quais o disco junta num só lugar. Você acha que lançar uma música de cada vez, como você faz, é tipo, o novo modelo viável de negócio para algumas pessoas?

Piggy: Eu acho que se você é um artista estabelecido e você tem uma massiva base de fãs isso é sempre esperar por um álbum completo, então eu acho que faz sentido fazer isso num jeito antigo. Mas, pessoalmente, eu não tenho tempo de sentar e escutar um álbum inteiro de alguém. E eu queria ter, porque eu sou um purista e eu ainda amo vinil e arte de álbum, e eu ainda vou pra lojas de discos todo domingo e compro discos. Mas nós nos tornamos tão ocupados e com a tecnologia – o jeito que ela se torna envolvida – nós precisamos do que nós precisamos, e nós precisamos disso agora, e nós não temos muito tempo pra escutar isso. Então, o que funciona pra mim são singles, e apenas lançar momentos e pequenas experiências que são absorvidas facilmente pelas pessoas. E talvez eu esteja falando demais do que eu quero, mas isso parece ser o que funciona pra mim. Porque fora do Rob, eu sou um artista indie. Eu não tenho uma gravadora. Eu faço tudo sozinho. Então pra mim é mais fácil ir e realmente focar numa música por alguns dias, e fazer aquela música realmente foda, e criar uma peça de arte legal pra acompanhá-la, e fazer dela seu próprio momento. Eu aprecio muito o processo.

TCS: Sim, nesses tempos é tudo baseado numa gratificação instantânea.

Piggy: E com álbuns esses tempos, as pessoas escolhem o melhor das coisas, sabe? Elas vão ouvir uma preview no iTunes e dizer “Oh,  isso é legal! Eu vou comprar essa música”. E isso é uma merda, se você é dos velhos tempos como eu. Mas é o jeito que isso ocorre. Então é bom que essa música que eles escolhem seja realmente foda, ou você não venderá o resto do álbum. Então, pra um artista, isso realmente força você a colocar 100% dentro desses três minutos, ou seja, o que for que você estiver fazendo.

TCS: Bem, muito obrigado pelo seu tempo, Piggy! Não tem nenhum show em Cleveland desta vez pelo Mayhem – mas o The Cleveland Sound vai dispensar os nossos emissários pra Pensilvânia pra um desses shows.

Piggy: Legal. E eu acho que nós tocaremos em Columbus em algum momento logo depois do Mayhem. Eu sei que não havia uma data em Cleveland, mas eles adicionaram um show em Columbus. Logo depois que a Mayhem Tour acaba.

TCS: Nós veremos isso e trabalharemos nisso!

Piggy: Legal. Obrigado, cara! Obrigado por ter-me aqui.

Matéria publicada em 24 de junho de 2013
Tradução: Luiza Gomes

Piggy D. interviewed by Maine Music News



Translated to portuguese. 

"A música tornou-se um fast food. Nós queremos isso por $1.00, queremos isso agora e então se foi" - Piggy D.

Matt Montgomery ,também conhecido como Piggy D., é mais famoso como guitarrista no Wednesday 13 e baixista de Rob Zombie. Maine Music News teve a chance de conversar com Piggy D. sobre o próximo Rockstar Energy Drink Mayhem Festival e sobre o novo álbum de Rob Zombie "Venomous Rat Regeneration Vendor."

MMN - Você está se preparando para sair na turnê do Mayhem Festival, a partir de 29 de junho. Quando você vai começar o processo de ensaio?

Piggy D. - Nós já começamos. Começamos algumas semanas atrás. Nós três - John, Ginger, e eu - ficamos juntos, passamos todas as músicas e revisamos tudo. Agora que temos um CD novo fora, temos novas músicas na mistura.

MMN - Quanto do novo álbum você está colocando no novo setlist?

Piggy D. - É difícil dizer, com um novo álbum. Nos preparamos muito. Depende de quanto tempo o CD foi lançado, e como as pessoas estão familiarizados com ele. As pessoas querem ouvir as coisas antigas. Além disso, existem algumas músicas que a banda tem que tocar ou seremos crucificados. O máximo que eu acho que tocaria são três ou quatro músicas novas.

MMN - É algo que vocês como a banda tem total controle ou a gravadora faz alguma interferência?

Piggy D. - Obviamente, eles iriam gostar de nós ver tocando os últimos singles ou o próximo. No entanto, isso tudo tem haver com o fluxo do show. Por exemplo, as últimas turnês que fizemos, nós abrimos com Jesus Frankenstein do último álbum, que não era um single. O que isso faz, são passos de mostrar uma certa maneira. Nós gostamos que o show tenha certos momentos e  uma série de ondas. Às vezes abrir com uma música sombria lenta define o tom para o caos que vem depois. Considerando que se você acabou de sair com fogo e uma música rápida e mais fogo, então você acaba tentando descobrir para onde vamos a partir daqui? Então, nós gostamos de  passá-lo e construí-lo. Isso adicionado um pouco de teatro a ele.

MMN - Que tipo de processo de pensamento vai para criar o setlist? Obviamente, você está tentando coordenar a sua iluminação, vídeo, pyro e toda a sensação e o fluxo do show.

Piggy D. - É um processo muito lento. Teremos um mês a partir de primeiro de junho, com a banda completa em uma sala, sete dias por semana, correndo o set duas ou três vezes. Nós ensaiamos muito. Agora, isso é apenas música, ficando apenas a música para baixo. Então nós temos os ensaios de produção onde trazemos o vídeo, os robôs, e todos os novos adereços. Há novos costumes e novos instrumentos. Tudo é novo. É um processo muito detalhista com todo o conteúdo e tudo o que vai para o show. Tudo isso tem que ser descoberto antes do tempo, não só para o aspecto teatral do espetáculo e do valor da produção do show, mas também por razões de segurança - onde podemos ir e onde não podemos. Uma vez que tudo isso está definido e bloqueado, então nós quatro - bem, Ginger é preso em um assento - então realmente nós três na frente podemos enlouquecer e que é a  parte completamente improvisada. Essa é também a parte que às vezes pode acabar em lágrimas, se você não for cuidadoso. É uma produção muito organizada  que é muito segura. No entanto, você tem o elemento onde você tem três macacos raivosos na frente do palco, e essa é a parte em que você não sabe o que vai acontecer.

MMN - Todo artista tanto evolui ou estagna, às vezes perdendo fãs do início do processo. Você pode articular a visão que Zombie teve para o CD mais recente?

Piggy D. - Eu posso tentar. Ele tornou-se confortável com o seu legado em relação ao que as pessoas esperam dele. Pegue "Educated Horses", por exemplo, musicalmente não era muito uma partida de outro material. No entanto, as pessoas percebiam isso como um ponto de partida, porque ele não estava usando nenhuma maquiagem ou uma garra gigante. A percepção torna-se realidade para os fãs. Considerando que eu adoro esse álbum, muitas pessoas tinham afirmado que eles perderam o antigo Zombie. Realmente não foi muito diferente, mas parece que é por causa das mudanças na formação que tivemos. Eu estou com a banda a 7 anos e John  está a 8 anos. Todos nós já conhecemos uns aos outros muito mais. Todos nós já descobrimos os nossos papéis no palco, maquiagem, figurino e imagem correta. Nós estamos muito mais confortáveis e evoluímos juntos. Tudo isso tem caído ao longo dos últimos 7 anos. Isso, de certa forma, influenciou a música, porque Rob agora se sente mais confortável com quem ele tem em torno dele, e o processo de escrita mudou um pouco também. Ele está voltando e revisitando temas antigos que ele fez com White Zombie e com os seus dois primeiros discos solo. Ele tem chegado a esse tipo de som de volta com a nova equipe em torno dele e uma nova visão. Pelo menos é assim que eu acho que aconteceu. Há, definitivamente, uma boa mistura das coisas que ele é conhecido artisticamente mais um pouco de experimentação sobre o novo álbum, especialmente com as estruturas das canções. Eu estava dizendo para outra pessoa, que as estruturas musicais são muito atípico neste disco.

MMN - O que ele quer alcançar musicalmente ou pessoalmente,como um cantor, nesse novo álbum?

Piggy D. - Uma coisa que ele disse alguns meses antes de nós começarmos o novo álbum foi que ele queria escrever coisas muito atípicas. Ele não queria que elas fossem ações,intro,verso,refrão,verso,refrão,solo e refrão. Elas realmente são diferentes e muito disso aconteceu depois que as músicas foram gravadas. Houve muita concentração no fluxo individual das canções e no fluxo das canções no disco. Se alguém se importa mais com isso - não é um monte de gente sentar e ouvir o disco todo durante o tempo todo. Eu entendo que é um mundo agitado e as pessoas não tem necessariamente 30-40 minutos para dedicar-se a sentar com um álbum.

MMN - Exatamente. Vivemos em um mundo digital. Quando você está começando a escrever um álbum, eu tenho certeza que você pergunta a si mesmo - Eu estou escrevendo um álbum para contar uma história ou posso concentrar em tentar criar músicas individuais que vão vender?

Piggy D. - Para um artista que começou na década de 80 que fez esses discos, é um processo de evolução, porque a música tornou-se fast food.  Nós queremos isso por $1.00, queremos isso agora e então se foi.

MMN - Como o processo de escrita funcionou para o novo álbum?

Piggy D. - Todos nós trouxemos uma tonelada de ideias. Eu acho que eu trouxe 18 ideias musicais diferentes para o disco. John tinha o dobro e Rob teve três vezes mais. Foi um processo diferente dessa vez. O último álbum, "Hellbilly Deluxe 2", todo mundo estava no estúdio,todos os dias,o tempo todo,5 dias por semana. Muitos dos sons foram acompanhados ao vivo e a estrutura das canções realmente não mudaram. Era John 5, Tommy Clufetos e eu tocando a música algumas vezes antes de passar para outra coisa e então Rob cantando em cima dela com o mínimo de 'over dubs' (acrescentar o vocal em uma gravação já feita).
Este, "Venomous Rat Regeneration Vendor", foi diferente. Tudo foi monitorado e em seguida,passou por esse processo de riffs sendo substituído por outros riffs de outra parte. Algumas pessoas percebem isso com a edição, mas eu realmente gosto de chamá-lo de arranjo. Isso foi muito cuidadoso e preciso quanto ao que serve cada canção. A canção que eu acabei contribui foi "Lucifer Rising", uma canção que foi gravada para o último disco. Tommy Clufetos tocou ela, Joey Jordison tocou ela e em seguida Ginger Fish toca ela. Ela passou pelo filtro de todos até que soasse e parecesse certa, e então Rob soube exatamente o que a música era e onde ela se encaixava.

MMN - Como é atuar como um personagem? É libertador?

Piggy D. - Trata-se, tanto quanto as pessoas olham para ele como - oh, você está vestindo uma fantasia e está usando maquiagem. Você realmente tem que ser outra pessoa naquela hora. As pessoas não podem realmente querer me ver de jeans e uma camisa olhando para as minhas fricções fazendo problemas matemáticos com o meu violão. Eu quero ser entretido quando vou a um show. Eu quero ver algo algo que eu não vejo todos os dias. Eu sempre fui uma pessoa influenciada teatralmente. Eu adoro figurinos e maquiagem. Isso soa tão banal, mas é realmente apenas uma extensão da minha personalidade. Eu começo a tocar nas coisas que eu tenho dentro de mim, mas eu nunca faria em público. Todo mundo tem esse sonho estranho onde eles estão andando pelo shopping nu. Eu consigo fazer isso e você pode me julgar, mas ninguém vai me prender.

MMN - Como você inventa seus figurinos de palco? Que tipo de pensamento vai para isso?

Piggy D. - Vários pensamentos vão para ele. Eu tenho certas coisas que eu gosto. Eu gosto do processo de colocar as coisas em conjunto. A maquiagem é algo que tem evoluído ao longo dos último anos. Conseguimos a partir disso começar a criar nossos personagens. O meu foi muito animal há alguns anos. Eu usava um monte de peças influenciadas em animais. Agora, tornou-se uma versão estranha metalizada de um cara esqueleto. Eu não tenho um nome para isso, mas definitivamente isso reflete tudo que eu sou dentro.

MMN - Há algo novo teatralmente que podemos olhar para a frente com a turnê Mayhem?

Piggy D. - Há novos adereços,novo vídeo,novos instrumentos,novos figurinos, lá há um novo tudo. Eu vi alguns dos adereços  sendo construídos algumas semanas atrás e eles estão enormes. Eles são tão loucos. É tão divertido ser parte de um show como esse onde não existem regras. As únicas regras são - Será que vai caber no caminhão? E vai caber na porta? Às vezes, mesmo essas regras não se aplicam como tenho visto portas sendo removidas para que ele possa estar em forma no palco.

MMN - Você têm que eliminar a teatralidade devido ao tamanho da tour?

Piggy D. - Você poderia pensar nisso por está dividindo o palco com tantas bandas, com tantos equipamentos, mas realmente isso foi o contrário. Eu acho que tem a ver com o tipo de local que estamos tocando. Muitos são galpões ao ar livre onde existe realmente mais espaço. Há mais equipes porque é um festival. Nós somos realmente capazes de trazer mais equipamentos para essa turnê.

MMN - O que você ouve para a música crescer? O que inspira você agora?

Piggy D. - Tudo. Eu tinha um irmão mais velho que estava no KISS, Van Halen e Journey. Eu cresci com rock and roll na porta ao lado. Meus pais e meu irmão estavam em uma banda antes de eu nascer, então eu cresci com um kit de bateria, baixos, amplificadores de baixos, guitarras, amplificadores de guitarras e violões em todos os lugares de minha casa. Meus pais estavam em show tunes, músicas country e gospel. Eu tinha todos esses álbuns. Além disso, eu adorava Star Wars, ficção científica e filmes de terror. Eu tinha a trilha sonora de Star Wars, a partitura de John Williams, um disco ao vivo de John Cash, KISS "Ao Vivo II" e "My Fair Lady". Eu escutava de tudo e adorava isso. Eu adorava as músicas dos programas de TV. O primeiro de 45 que eu comprei foi o tema de The Dukes Of Hazzard. Apenas coisas estranhas. Eu simplesmente adorava as músicas dos programas de TV e filmes, assim eu poderia voltar representá-lo no meu quarto.

MMN - Última pergunta, quem você está ouvido atualmente?

Piggy D. - Tudo isso ainda. Isso me mantém ligado à terra. Eu realmente tento manter o meu dedo sobre o material novo que está saindo. Eu tento ouvir tudo. Realmente não há nada que eu não escuto. A única coisa que eu tenho dificuldade em conectar-se hoje em dia é o metal. De vez em quando a banda sai e eu me sinto como "uau, eu não ouvi isso antes." Eu sinto que estamos em um período de seca por um tempo em relação ao hard rock e metal. Tem tudo se tornado muito "soa substituído" do ponto de vista da produção. Há o mesmo baixo e amostras armadilha que eu ouvi nos últimos três álbuns. Tornou-se muito cortador de biscoito e pintura por números. Estou sempre à procura especificamente nesse gênero de merda que eu não tenha ouvido antes.

MMN - é algo como parece que são propensos a mudanças

Piggy D. - Exatamente, sempre tem duas ou três bandas pioneiras em um estilo musical e em seguida uma centena de outras bandas adere a esse estilo e os fazem parecer chatos

MMN - Muito obrigado pelo seu tempo, e eu estou ansioso para vê-lo no Mayhem Festival em Bangor no dia 17 de julho.

Piggy D. - Legal,cara. Eu amo Maine, e estou ansioso para voltar lá.

Tradução: Piggy D. Brazil